segunda-feira, 9 de março de 2009

MATEI NÃO ME ARREPENDO!

Segundo a notícia informada no Maskate,Elenildo da Conceição Brama do Nascimento, 27, solteiro, natural de Manaus, ensino fundamental incompleto (3º ano primário), sem profissão definida, sem residência fixa, último endereço: Cadeia Pública de Manaus Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, na avenida 7 de Setembro – Centro. Condenado há dois anos de prisão por crime de Roubo (Assalto – artigo 157), colocado em liberdade há dois meses pelo benefício de extinção de pena, após cumprir 1 ano de detenção em regime fechado, respondendo a processos por furto e lesão corporal, retorno ao presídio público estadual na última sexta-feira depois de ser autuado em flagrante delito por crime de homicídio triplamente qualificado (premeditação, crueldade e roubo de bens da vítima).

O currículo ou perfil criminal acima pertence a um dos bandidos mais perigosos e temidos no bairro da Compensa, conhecido pelo apelido de “Cabeça”, que na última quinta-feira de madrugada, depois de uma orgia de tóxicos, bebida alcoólica e sexo, participou do assassinato do cabeleireiro, Artur Macedo de Assunção, 52. Ele e o seu comparsa identificado até o momento como “Pedra”, amarraram pés e mãos da vítima, depois amordaçaram o cabeleireiro com um lençol e com as próprias mãos estrangularam Artur, que era homossexual, trabalhava e morava no local do crime, na rua São Pedro, bairro da Compensa I (Zona Oeste).



Sem nenhum peso de consciência

Meia hora antes de ser levado de volta para a penitenciária, na sexta-feira pela manhã, o assassino frio e calculista do cabeleireiro Artur, concedeu uma entrevista exclusiva à reportagem policial do Maskate. Ele detalhou sem demonstrar qualquer arrependimento, o antes, o durante e depois do assassinato que chocou todos os moradores do bairro da Compensa, onde a vítima era muito conhecida e tinha muitos clientes em seu salão de beleza. “Cabeça” disse que ele o “Pedra”, comeram, beberam, consumiram droga, praticaram sexo e depois de tanta hospitalidade do cabeleireiro, nem assim pouparam sua vida, que foi ceifada, segundo os policiais do 19º DIP, de forma covarde.



Roubo de migalhas

O próprio “Cabeça” admitiu que a morte de Artur Macedo não se justificava e muito menos a forma brutal como aconteceu, porque o objetivo dele e do comparsa “Pedra” foi apenas roubar alguns trocados em dinheiro e alguns poucos materiais de trabalho do cabeleireiro. Um secador manual de cabelo, uma chapinha e algumas químicas especiais para brilho, tintura e alisamento de cabelo, foi tudo o que rendeu tanta barbaridade praticada contra Artur, depois de ser submetido a uso e abuso sexual dentro de seu salão de beleza. “Eu tava muito doido, tava com ódio, querendo mais droga e como o viado não queria dar mais grana, acabei com ele e levei o que deu para levar”, disso o homicida confesso.



Cadeia não reabilita ninguém

A penitenciária é a maior escola do crime que possa existir na face da terra!!! A afirmação (sorrindo e em tom de deboche), também foi do assassino “Cabeça”, ao ser questionado se não tentou mudar seu comportamento para melhor, para tentar uma nova vida e trabalhar honestamente, com uma nova chance dada pela sociedade, assim que cumprisse sua pena e voltasse a liberdade novamente. Em um ano ele disse que só fez tomar café da manhã, almoçar, merendar, jogar bola no horário do banho de sol, jantar e dormir em sua cela, além de consumir droga quando ela chegava até ele na cadeia. Ao ser perguntado sobre tratamento psicológico, psiquiátrico ou consultas com assistentes sociais, “Cabeça” respondeu que não sabe nem “o que que é isso”, e se foi levado até essa gente foi somente uma ou duas vezes no período que esteve preso.



Enquanto a justiça tenta reabilitar os agressores dessa natureza,na verdade falta as autoridades se voltarem para a segurança do nosso Estado e analisar com cuidado esses casos e que homicidios se modificam e requerem um estudo apurado.

Matéria Extraída do Maskate online.

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