O prefeito de Manaus, Amazonino Mendes, vive à beira de um ataque de nervos. Suas taxas de glicose mais parecem a bolsa de valores às avessas em tempo de crise econômica. E sua paciência há muito já se esgotou. Nem os bálsamos e cafunés de Dona –Joana, sua conselheira e personal mãe-de-santo, ou de capeta, como tem sido este começo endiabrado de governança municipal, tem aliviado as tensões e dissabores do infeliz. Seus assessores diretos, João Coelho Braga e Américo Gorayeb, nos quais depositou a esperança de uma gestão descentralizada e harmoniosa, se transformaram em emissários de Belzebu a espalhar a cizânia do confronto, arrogância e destempero sem fim. Um verdadeiro festival de rabo-de-arraia e cama-de-gato em que nenhum dos dois perde a menor chance de transformar a vida do desafeto na mais atribulada sucursal das profundezas do Inferno. Vale tudo!
Milk
Aos mais chegados o Neguinho de dona Joana não esconde a desilusão e se consola com os abraços insípidos e a expressão amuada de Deodato, que pouco se diferencia do semblante sonolento e enfadado de Sidney, cujo leite derramado não para de se espalhar em forma de desânimo e decepção. Que saudade de Maués!!!
Mil e uma (in) utilidades
Apelidado pelo epíteto “pau pra toda obra”, aquilo a quem a propaganda enganosa atribui mil e uma utilidades, o ex-Cosama Américo Gorayeb se especializou na presepada de enfiar os pés pelas mãos, segundo avaliação/acusação neutra e impessoal do seu desafeto. As medidas de impacto para beneficiar hipoteticamente a campanha do Negão para o governo - "ele só pensa naquilo!" - tomadas por Gorayeb no Centro antigo conseguiram plenos e avessos resultados. Bom para a concorrência do Buchada! Ele conseguiu desagradar a todo mundo, sobretudo ao Mazoca que ficou entalado entre uma rolha de pressão popular e um capote de credibilidade com um tiro certeiro na ausência de sensibilidade geral.
Nó em pingo d'água.
Do outro lado, topando tudo pra ficar ao lado do "parente", João Coelho Braga, o ex-chefe da Comissão de Obras Públicas e Licitação do Estado, a famigerada COP, de sombria e perversa memória, se considera imbatível e imexível, e diz aos quatro ventos que não larga os bagos do Negão nem que o galo cante três vezes na Bíblia e no jogo das alianças políticas, familiares e das madrepérolas compulsivas. Sua estória com o Neguinho de mamãe inclui lances e prosopopéias que até o Poder Superior duvida, olha de lado e tapa as narinas de tão estapafúrdias e escabrosas. Pra não dizer fedorentas. Deixa de prosa! Braguinha, quem não lembra, já chegou ao limite de confirmar em depoimento à Polícia Federal, que fez a intermediação com a revista "IstoÉ" para a divulgação da fita que continha uma suposta conversa entre o então deputado estadual Mário Frota (PDT) e o empresário David Benayon sobre o pagamento de propina para o senador Jader Barbalho (PMDB-PA). Os escândalos fabricados da SUDAM. Depois ficou esclarecido que houve fraude da gravação, mas Braguinha, como prova de amor ao distinto, pulou de banda, lavou as mãos e livrou a cara do Negão. Lembra?
Cachoeira das almas
Hoje na Câmara, Mário Frota mais parece um perdigueiro com nariz entupido, que caiu do caminhão na hora de mudar de casa.
E Braguinha continua lépido e fagueiro, consciente de que não há gente deste mundo que o possa ameaçar.
Gorayeb, que traz no pen-drive de sua cartucheira todo o dossiê da Operação Cosama, razão pela qual tem a simpatia e a proteção do hebreu.
Em meio a essa parafernália, Negão bate uma pedrinha enquanto despacha em sua mansão com suas velhas ceroulas...
...cujas aberturas deixam antever o tamanho de sua saudade esticada e engelhada pela inanição.
Saravá, Dona Joana, e passe uns ungüentos em seu Negão!
extraído do maskate online.
sábado, 7 de março de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário