Em tom às vezes duro, às vezes com desdém, parlamentares consideraram fora de propósito a tentativa de juízes aumentarem os próprios salários à revelia do Congresso, através de ação no Supremo Tribunal Federal (STF). A polêmica é o mais novo capítulo das rusgas entre Legislativo e Judiciário, evidenciadas após a decisão do STF em relação à Lei da Ficha Limpa, na semana passada.
O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), reagiu ontem contra a iniciativa dos juízes, que alegam que, diante da omissão do Legislativo em não aprovar o reajuste dos vencimentos da magistratura, o Supremo poderia tomar essa iniciativa.
Maia aproveitou para criticar outra proposta do Judiciário - feita pelo presidente do STF, Cezar Peluso - de instituir um controle de constitucionalidade para projetos aprovados pelo Congresso encaminhados para sanção presidencial. 'Temos na Câmara uma Comissão de Constituição e Justiça que tem responsabilidade de discutir constitucionalidade dos projetos e fazemos (isso) com zelo e transparência. Não me parece necessário consulta prévia', disse Maia.
Críticas. Líderes de bancada seguiram a posição do petista. Na semana passada, parlamentares já haviam criticado a proposta de Peluso. Ontem, atacaram a iniciativa da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), que espera que o Supremo determine o reajuste da magistratura.
'É descabido e não tem nenhuma consequência que possa ser levada a sério', reagiu o líder do DEM, Antonio Carlos Magalhães Neto (BA). O deputado afirmou que o reajuste é prerrogativa do Congresso prevista na Constituição. 'O Supremo tem de ser o guardião da Constituição e não pode ser o pai da inconstitucionalidade.'
O mesmo raciocínio foi usado pelo presidente da CCJ do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). 'Não cabe fazer nenhum tipo de comentário. A Constituição é clara em relação às prerrogativas de cada Poder', afirmou.
O líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP), também foi sucinto: 'O foro constitucional para dar cumprimento a essa questão é o Congresso. Não tenho dúvida de que os juízes, zeladores da Constituição, vão concordar com a minha opinião.'
Enviado em agosto à Câmara, o projeto do Supremo de aumento salarial não tem data para entrar em votação. O projeto eleva de R$ 26.723 para R$ 30.675 os subsídios dos ministros do STF e tem efeito cascata. Segundo a própria Corte, o impacto no âmbito do Supremo seria de R$ 2,022 milhões e de R$ 446,764 milhões no Poder Judiciário da União.
Atalho. Sem ver o projeto aprovado no tempo desejado, a Ajufe tentou criar um atalho. A entidade e a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) enviaram à secretaria da Mesa uma nota técnica defendendo que a proposta dispensava votação no plenário - bastaria o aval das comissões permanentes. Não deu certo: a Câmara manteve a necessidade de votação em plenário.
Rota de colisão
MARCO MAIA (PT-RS)
PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS
'Temos uma Comissão de Constituição e Justiça que tem responsabilidade de discutir constitucionalidade dos projetos e fazemos (isso) com zelo e transparência. Não me parece necessário uma consulta prévia'
ACM NETO (DEM-BA)
LÍDER DO DEM NA CÂMARA
'É descabido e não tem nenhuma consequência que possa ser levada a sério. Não existe isso. O Supremo
tem de ser o guardião da Constituição e não pode ser o pai da inconstitucionalidade'
Orçamento
R$ 26.723
reais é o salário mensal dos ministros do Supremo
R$ 30.675
reais é o valor proposto pelo Judiciário para o novo subsídio
R$ 2,02 mi
é a previsão de aumento no âmbito do Supremo
R$ 446,76 mi
é o impacto previsto no Poder Judiciário da União
quarta-feira, 30 de março de 2011
segunda-feira, 9 de março de 2009
MATEI NÃO ME ARREPENDO!
Segundo a notícia informada no Maskate,Elenildo da Conceição Brama do Nascimento, 27, solteiro, natural de Manaus, ensino fundamental incompleto (3º ano primário), sem profissão definida, sem residência fixa, último endereço: Cadeia Pública de Manaus Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, na avenida 7 de Setembro – Centro. Condenado há dois anos de prisão por crime de Roubo (Assalto – artigo 157), colocado em liberdade há dois meses pelo benefício de extinção de pena, após cumprir 1 ano de detenção em regime fechado, respondendo a processos por furto e lesão corporal, retorno ao presídio público estadual na última sexta-feira depois de ser autuado em flagrante delito por crime de homicídio triplamente qualificado (premeditação, crueldade e roubo de bens da vítima).
O currículo ou perfil criminal acima pertence a um dos bandidos mais perigosos e temidos no bairro da Compensa, conhecido pelo apelido de “Cabeça”, que na última quinta-feira de madrugada, depois de uma orgia de tóxicos, bebida alcoólica e sexo, participou do assassinato do cabeleireiro, Artur Macedo de Assunção, 52. Ele e o seu comparsa identificado até o momento como “Pedra”, amarraram pés e mãos da vítima, depois amordaçaram o cabeleireiro com um lençol e com as próprias mãos estrangularam Artur, que era homossexual, trabalhava e morava no local do crime, na rua São Pedro, bairro da Compensa I (Zona Oeste).
Sem nenhum peso de consciência
Meia hora antes de ser levado de volta para a penitenciária, na sexta-feira pela manhã, o assassino frio e calculista do cabeleireiro Artur, concedeu uma entrevista exclusiva à reportagem policial do Maskate. Ele detalhou sem demonstrar qualquer arrependimento, o antes, o durante e depois do assassinato que chocou todos os moradores do bairro da Compensa, onde a vítima era muito conhecida e tinha muitos clientes em seu salão de beleza. “Cabeça” disse que ele o “Pedra”, comeram, beberam, consumiram droga, praticaram sexo e depois de tanta hospitalidade do cabeleireiro, nem assim pouparam sua vida, que foi ceifada, segundo os policiais do 19º DIP, de forma covarde.
Roubo de migalhas
O próprio “Cabeça” admitiu que a morte de Artur Macedo não se justificava e muito menos a forma brutal como aconteceu, porque o objetivo dele e do comparsa “Pedra” foi apenas roubar alguns trocados em dinheiro e alguns poucos materiais de trabalho do cabeleireiro. Um secador manual de cabelo, uma chapinha e algumas químicas especiais para brilho, tintura e alisamento de cabelo, foi tudo o que rendeu tanta barbaridade praticada contra Artur, depois de ser submetido a uso e abuso sexual dentro de seu salão de beleza. “Eu tava muito doido, tava com ódio, querendo mais droga e como o viado não queria dar mais grana, acabei com ele e levei o que deu para levar”, disso o homicida confesso.
Cadeia não reabilita ninguém
A penitenciária é a maior escola do crime que possa existir na face da terra!!! A afirmação (sorrindo e em tom de deboche), também foi do assassino “Cabeça”, ao ser questionado se não tentou mudar seu comportamento para melhor, para tentar uma nova vida e trabalhar honestamente, com uma nova chance dada pela sociedade, assim que cumprisse sua pena e voltasse a liberdade novamente. Em um ano ele disse que só fez tomar café da manhã, almoçar, merendar, jogar bola no horário do banho de sol, jantar e dormir em sua cela, além de consumir droga quando ela chegava até ele na cadeia. Ao ser perguntado sobre tratamento psicológico, psiquiátrico ou consultas com assistentes sociais, “Cabeça” respondeu que não sabe nem “o que que é isso”, e se foi levado até essa gente foi somente uma ou duas vezes no período que esteve preso.
Enquanto a justiça tenta reabilitar os agressores dessa natureza,na verdade falta as autoridades se voltarem para a segurança do nosso Estado e analisar com cuidado esses casos e que homicidios se modificam e requerem um estudo apurado.
Matéria Extraída do Maskate online.
O currículo ou perfil criminal acima pertence a um dos bandidos mais perigosos e temidos no bairro da Compensa, conhecido pelo apelido de “Cabeça”, que na última quinta-feira de madrugada, depois de uma orgia de tóxicos, bebida alcoólica e sexo, participou do assassinato do cabeleireiro, Artur Macedo de Assunção, 52. Ele e o seu comparsa identificado até o momento como “Pedra”, amarraram pés e mãos da vítima, depois amordaçaram o cabeleireiro com um lençol e com as próprias mãos estrangularam Artur, que era homossexual, trabalhava e morava no local do crime, na rua São Pedro, bairro da Compensa I (Zona Oeste).
Sem nenhum peso de consciência
Meia hora antes de ser levado de volta para a penitenciária, na sexta-feira pela manhã, o assassino frio e calculista do cabeleireiro Artur, concedeu uma entrevista exclusiva à reportagem policial do Maskate. Ele detalhou sem demonstrar qualquer arrependimento, o antes, o durante e depois do assassinato que chocou todos os moradores do bairro da Compensa, onde a vítima era muito conhecida e tinha muitos clientes em seu salão de beleza. “Cabeça” disse que ele o “Pedra”, comeram, beberam, consumiram droga, praticaram sexo e depois de tanta hospitalidade do cabeleireiro, nem assim pouparam sua vida, que foi ceifada, segundo os policiais do 19º DIP, de forma covarde.
Roubo de migalhas
O próprio “Cabeça” admitiu que a morte de Artur Macedo não se justificava e muito menos a forma brutal como aconteceu, porque o objetivo dele e do comparsa “Pedra” foi apenas roubar alguns trocados em dinheiro e alguns poucos materiais de trabalho do cabeleireiro. Um secador manual de cabelo, uma chapinha e algumas químicas especiais para brilho, tintura e alisamento de cabelo, foi tudo o que rendeu tanta barbaridade praticada contra Artur, depois de ser submetido a uso e abuso sexual dentro de seu salão de beleza. “Eu tava muito doido, tava com ódio, querendo mais droga e como o viado não queria dar mais grana, acabei com ele e levei o que deu para levar”, disso o homicida confesso.
Cadeia não reabilita ninguém
A penitenciária é a maior escola do crime que possa existir na face da terra!!! A afirmação (sorrindo e em tom de deboche), também foi do assassino “Cabeça”, ao ser questionado se não tentou mudar seu comportamento para melhor, para tentar uma nova vida e trabalhar honestamente, com uma nova chance dada pela sociedade, assim que cumprisse sua pena e voltasse a liberdade novamente. Em um ano ele disse que só fez tomar café da manhã, almoçar, merendar, jogar bola no horário do banho de sol, jantar e dormir em sua cela, além de consumir droga quando ela chegava até ele na cadeia. Ao ser perguntado sobre tratamento psicológico, psiquiátrico ou consultas com assistentes sociais, “Cabeça” respondeu que não sabe nem “o que que é isso”, e se foi levado até essa gente foi somente uma ou duas vezes no período que esteve preso.
Enquanto a justiça tenta reabilitar os agressores dessa natureza,na verdade falta as autoridades se voltarem para a segurança do nosso Estado e analisar com cuidado esses casos e que homicidios se modificam e requerem um estudo apurado.
Matéria Extraída do Maskate online.
domingo, 8 de março de 2009
Influenciado por Pantera, 'criador do axé' grava disco de rock
Projeto de Luiz Caldas inclui duas caixas de discos com vários estilos.
Canções inéditas vão do samba a músicas gravadas em tupi.
Roqueiros do Brasil, se preparem para o novo ídolo do rock nacional: Luiz Caldas. Pelo menos é isso que o músico baiano, auto-proclamado “criador da axé music”, está prometendo para 2009. Seu álbum de rock, chamado “Castelo de gelo”, faz parte de um projeto mais ambicioso ainda, que inclui duas caixas de discos (com cinco CDs em cada) até o fim do ano, reunindo um total de 130 músicas, todas composições de Caldas.
Algumas dessas composições, como o heavy metal “Maldição”, podem ser ouvidas no MySpace do cantor. Influenciado por Pantera, Kreator, Genesis, Beatles e Police, entre outros, Caldas gravou seu disco de rock com André T., produtor de bandas do rock baiano como Retrofoguetes e Cascadura, e com a participação do baterista Rex, do Retrofoguetes.
O cantor, que adotou o tênis All Star para os pés (Caldas é conhecido por se apresentar descalço), diz que o disco é eclético, com músicas indo do rockabilly ao punk, passando por baladas e “músicas mais lisérgicas, como Pink Floyd”.
Segundo Caldas o projeto, que inclui discos de samba, forró, axé, mpb e até um álbum com letras em tupi, foi inspirado por George Harrison. “Quando George saiu dos Beatles, ele lançou um disco triplo, de tanto material que ele tinha acumulado. Eu não posso ficar atrás dele, né?”, desafia.
Métodos
Para produzir tanto ao longo de oito meses, Caldas admite que teve que mudar seus métodos: “Antes era como Dorival Caymmi, eu ficava deitado na rede esperando a música cair do céu. Depois eu descobri que Djavan leva o trabalho como o de quem vai a uma repartição: todo dia no estúdio, trabalhando. ‘Se Djavan pode, por que eu também não posso?’, me perguntei”.
Ampliar Foto Foto: César Rasec / Divulgação Foto: César Rasec / Divulgação
Luiz Caldas ensaia com André Abujamra antes das gravações do disco cantado em tupi. (Foto: César Rasec / Divulgação)
César Rasec, produtor executivo do projeto, garante que tudo já está gravado, e que a primeira caixa, reunindo 75 músicas, já passou até pela masterização. O que falta para o cantor agora é uma gravadora: “Estamos abertos a propostas”, diz Rasec.
O projeto conta com participações especiais, como Seu Jorge, que divide os microfones com Caldas no disco “Brasil pandeiro”, dedicado ao samba e Zeca Baleiro participa de uma homenagem a Evaldo Braga no disco de música brega (ou “superpopular”, como Caldas e Rasec prefere usar) “Brasil superpopular”.
Tupi
André Abujamra canta no álbum “Nhengara reké taba”, que significa “cantor da aldeia”, em tupi. Esse último disco foi produzido com a ajuda de programas de edição de áudio, para transformar em loops os sons da natureza (vento, canto de pássaros) captados por Caldas.
Ampliar Foto Foto: César Rasec / Divulgação Foto: César Rasec / Divulgação
Caldas: rock no palco. (Foto: César Rasec / Divulgação)
Tamanha variedade de estilos vem da própria formação do cantor, que diz “respirar música”. “Comecei aos sete anos, tocando em banda de baile. Por isso conheço todos os tipos de música e sei tocar quase todos os instrumentos, modéstia à parte”, explica.
Além de já sonhar com o Grammy, Caldas quer fazer o projeto chegar a ídolos específicos: Quincy Jones (o produtor de “Thirller”, de Michael Jackson); Bono, vocalista do U2; e o presidente dos EUA Barack Obama – “Quero dizer a Obama que sou o inventor da ‘new black music’ que é o axé, a música negra brasileira”.
Enquanto o projeto se encaminha, o músico se prepara para o Carnaval, ocupando o posto de “criador da axé music” – rótulo criado pelo jornalista Hagamenon Brito em 1987 para definir a música de Caldas e congêneres. O cantor quer aproveitar 2010 para comemorar os 25 anos do gênero, tomando o lançamento do disco “Magia”, de 1985, (da música “Fricote”) como marco zero do axé.
E para o jubileu de prata, nada melhor que mais discos – o plano é lançar um álbum por mês, ao longo de todo o ano. “Faço ioga, não fumo, não bebo. Tenho bastante energia”, explica a empolgação. Por fim, Caldas resume a sua missão: “É uma homenagem de um músico super brasileiro a todas as facetas da música do nosso país”.
Será que o Axé tah acompanhando a crise financeira???
matéria extraída do : http://g1.globo.com/Noticias/Musica
Canções inéditas vão do samba a músicas gravadas em tupi.
Roqueiros do Brasil, se preparem para o novo ídolo do rock nacional: Luiz Caldas. Pelo menos é isso que o músico baiano, auto-proclamado “criador da axé music”, está prometendo para 2009. Seu álbum de rock, chamado “Castelo de gelo”, faz parte de um projeto mais ambicioso ainda, que inclui duas caixas de discos (com cinco CDs em cada) até o fim do ano, reunindo um total de 130 músicas, todas composições de Caldas.
Algumas dessas composições, como o heavy metal “Maldição”, podem ser ouvidas no MySpace do cantor. Influenciado por Pantera, Kreator, Genesis, Beatles e Police, entre outros, Caldas gravou seu disco de rock com André T., produtor de bandas do rock baiano como Retrofoguetes e Cascadura, e com a participação do baterista Rex, do Retrofoguetes.
O cantor, que adotou o tênis All Star para os pés (Caldas é conhecido por se apresentar descalço), diz que o disco é eclético, com músicas indo do rockabilly ao punk, passando por baladas e “músicas mais lisérgicas, como Pink Floyd”.
Segundo Caldas o projeto, que inclui discos de samba, forró, axé, mpb e até um álbum com letras em tupi, foi inspirado por George Harrison. “Quando George saiu dos Beatles, ele lançou um disco triplo, de tanto material que ele tinha acumulado. Eu não posso ficar atrás dele, né?”, desafia.
Métodos
Para produzir tanto ao longo de oito meses, Caldas admite que teve que mudar seus métodos: “Antes era como Dorival Caymmi, eu ficava deitado na rede esperando a música cair do céu. Depois eu descobri que Djavan leva o trabalho como o de quem vai a uma repartição: todo dia no estúdio, trabalhando. ‘Se Djavan pode, por que eu também não posso?’, me perguntei”.
Ampliar Foto Foto: César Rasec / Divulgação Foto: César Rasec / Divulgação
Luiz Caldas ensaia com André Abujamra antes das gravações do disco cantado em tupi. (Foto: César Rasec / Divulgação)
César Rasec, produtor executivo do projeto, garante que tudo já está gravado, e que a primeira caixa, reunindo 75 músicas, já passou até pela masterização. O que falta para o cantor agora é uma gravadora: “Estamos abertos a propostas”, diz Rasec.
O projeto conta com participações especiais, como Seu Jorge, que divide os microfones com Caldas no disco “Brasil pandeiro”, dedicado ao samba e Zeca Baleiro participa de uma homenagem a Evaldo Braga no disco de música brega (ou “superpopular”, como Caldas e Rasec prefere usar) “Brasil superpopular”.
Tupi
André Abujamra canta no álbum “Nhengara reké taba”, que significa “cantor da aldeia”, em tupi. Esse último disco foi produzido com a ajuda de programas de edição de áudio, para transformar em loops os sons da natureza (vento, canto de pássaros) captados por Caldas.
Ampliar Foto Foto: César Rasec / Divulgação Foto: César Rasec / Divulgação
Caldas: rock no palco. (Foto: César Rasec / Divulgação)
Tamanha variedade de estilos vem da própria formação do cantor, que diz “respirar música”. “Comecei aos sete anos, tocando em banda de baile. Por isso conheço todos os tipos de música e sei tocar quase todos os instrumentos, modéstia à parte”, explica.
Além de já sonhar com o Grammy, Caldas quer fazer o projeto chegar a ídolos específicos: Quincy Jones (o produtor de “Thirller”, de Michael Jackson); Bono, vocalista do U2; e o presidente dos EUA Barack Obama – “Quero dizer a Obama que sou o inventor da ‘new black music’ que é o axé, a música negra brasileira”.
Enquanto o projeto se encaminha, o músico se prepara para o Carnaval, ocupando o posto de “criador da axé music” – rótulo criado pelo jornalista Hagamenon Brito em 1987 para definir a música de Caldas e congêneres. O cantor quer aproveitar 2010 para comemorar os 25 anos do gênero, tomando o lançamento do disco “Magia”, de 1985, (da música “Fricote”) como marco zero do axé.
E para o jubileu de prata, nada melhor que mais discos – o plano é lançar um álbum por mês, ao longo de todo o ano. “Faço ioga, não fumo, não bebo. Tenho bastante energia”, explica a empolgação. Por fim, Caldas resume a sua missão: “É uma homenagem de um músico super brasileiro a todas as facetas da música do nosso país”.
Será que o Axé tah acompanhando a crise financeira???
matéria extraída do : http://g1.globo.com/Noticias/Musica
sábado, 7 de março de 2009
Rabo-de-arraia de secretários é veneno para o Negão
O prefeito de Manaus, Amazonino Mendes, vive à beira de um ataque de nervos. Suas taxas de glicose mais parecem a bolsa de valores às avessas em tempo de crise econômica. E sua paciência há muito já se esgotou. Nem os bálsamos e cafunés de Dona –Joana, sua conselheira e personal mãe-de-santo, ou de capeta, como tem sido este começo endiabrado de governança municipal, tem aliviado as tensões e dissabores do infeliz. Seus assessores diretos, João Coelho Braga e Américo Gorayeb, nos quais depositou a esperança de uma gestão descentralizada e harmoniosa, se transformaram em emissários de Belzebu a espalhar a cizânia do confronto, arrogância e destempero sem fim. Um verdadeiro festival de rabo-de-arraia e cama-de-gato em que nenhum dos dois perde a menor chance de transformar a vida do desafeto na mais atribulada sucursal das profundezas do Inferno. Vale tudo!
Milk
Aos mais chegados o Neguinho de dona Joana não esconde a desilusão e se consola com os abraços insípidos e a expressão amuada de Deodato, que pouco se diferencia do semblante sonolento e enfadado de Sidney, cujo leite derramado não para de se espalhar em forma de desânimo e decepção. Que saudade de Maués!!!
Mil e uma (in) utilidades
Apelidado pelo epíteto “pau pra toda obra”, aquilo a quem a propaganda enganosa atribui mil e uma utilidades, o ex-Cosama Américo Gorayeb se especializou na presepada de enfiar os pés pelas mãos, segundo avaliação/acusação neutra e impessoal do seu desafeto. As medidas de impacto para beneficiar hipoteticamente a campanha do Negão para o governo - "ele só pensa naquilo!" - tomadas por Gorayeb no Centro antigo conseguiram plenos e avessos resultados. Bom para a concorrência do Buchada! Ele conseguiu desagradar a todo mundo, sobretudo ao Mazoca que ficou entalado entre uma rolha de pressão popular e um capote de credibilidade com um tiro certeiro na ausência de sensibilidade geral.
Nó em pingo d'água.
Do outro lado, topando tudo pra ficar ao lado do "parente", João Coelho Braga, o ex-chefe da Comissão de Obras Públicas e Licitação do Estado, a famigerada COP, de sombria e perversa memória, se considera imbatível e imexível, e diz aos quatro ventos que não larga os bagos do Negão nem que o galo cante três vezes na Bíblia e no jogo das alianças políticas, familiares e das madrepérolas compulsivas. Sua estória com o Neguinho de mamãe inclui lances e prosopopéias que até o Poder Superior duvida, olha de lado e tapa as narinas de tão estapafúrdias e escabrosas. Pra não dizer fedorentas. Deixa de prosa! Braguinha, quem não lembra, já chegou ao limite de confirmar em depoimento à Polícia Federal, que fez a intermediação com a revista "IstoÉ" para a divulgação da fita que continha uma suposta conversa entre o então deputado estadual Mário Frota (PDT) e o empresário David Benayon sobre o pagamento de propina para o senador Jader Barbalho (PMDB-PA). Os escândalos fabricados da SUDAM. Depois ficou esclarecido que houve fraude da gravação, mas Braguinha, como prova de amor ao distinto, pulou de banda, lavou as mãos e livrou a cara do Negão. Lembra?
Cachoeira das almas
Hoje na Câmara, Mário Frota mais parece um perdigueiro com nariz entupido, que caiu do caminhão na hora de mudar de casa.
E Braguinha continua lépido e fagueiro, consciente de que não há gente deste mundo que o possa ameaçar.
Gorayeb, que traz no pen-drive de sua cartucheira todo o dossiê da Operação Cosama, razão pela qual tem a simpatia e a proteção do hebreu.
Em meio a essa parafernália, Negão bate uma pedrinha enquanto despacha em sua mansão com suas velhas ceroulas...
...cujas aberturas deixam antever o tamanho de sua saudade esticada e engelhada pela inanição.
Saravá, Dona Joana, e passe uns ungüentos em seu Negão!
extraído do maskate online.
Milk
Aos mais chegados o Neguinho de dona Joana não esconde a desilusão e se consola com os abraços insípidos e a expressão amuada de Deodato, que pouco se diferencia do semblante sonolento e enfadado de Sidney, cujo leite derramado não para de se espalhar em forma de desânimo e decepção. Que saudade de Maués!!!
Mil e uma (in) utilidades
Apelidado pelo epíteto “pau pra toda obra”, aquilo a quem a propaganda enganosa atribui mil e uma utilidades, o ex-Cosama Américo Gorayeb se especializou na presepada de enfiar os pés pelas mãos, segundo avaliação/acusação neutra e impessoal do seu desafeto. As medidas de impacto para beneficiar hipoteticamente a campanha do Negão para o governo - "ele só pensa naquilo!" - tomadas por Gorayeb no Centro antigo conseguiram plenos e avessos resultados. Bom para a concorrência do Buchada! Ele conseguiu desagradar a todo mundo, sobretudo ao Mazoca que ficou entalado entre uma rolha de pressão popular e um capote de credibilidade com um tiro certeiro na ausência de sensibilidade geral.
Nó em pingo d'água.
Do outro lado, topando tudo pra ficar ao lado do "parente", João Coelho Braga, o ex-chefe da Comissão de Obras Públicas e Licitação do Estado, a famigerada COP, de sombria e perversa memória, se considera imbatível e imexível, e diz aos quatro ventos que não larga os bagos do Negão nem que o galo cante três vezes na Bíblia e no jogo das alianças políticas, familiares e das madrepérolas compulsivas. Sua estória com o Neguinho de mamãe inclui lances e prosopopéias que até o Poder Superior duvida, olha de lado e tapa as narinas de tão estapafúrdias e escabrosas. Pra não dizer fedorentas. Deixa de prosa! Braguinha, quem não lembra, já chegou ao limite de confirmar em depoimento à Polícia Federal, que fez a intermediação com a revista "IstoÉ" para a divulgação da fita que continha uma suposta conversa entre o então deputado estadual Mário Frota (PDT) e o empresário David Benayon sobre o pagamento de propina para o senador Jader Barbalho (PMDB-PA). Os escândalos fabricados da SUDAM. Depois ficou esclarecido que houve fraude da gravação, mas Braguinha, como prova de amor ao distinto, pulou de banda, lavou as mãos e livrou a cara do Negão. Lembra?
Cachoeira das almas
Hoje na Câmara, Mário Frota mais parece um perdigueiro com nariz entupido, que caiu do caminhão na hora de mudar de casa.
E Braguinha continua lépido e fagueiro, consciente de que não há gente deste mundo que o possa ameaçar.
Gorayeb, que traz no pen-drive de sua cartucheira todo o dossiê da Operação Cosama, razão pela qual tem a simpatia e a proteção do hebreu.
Em meio a essa parafernália, Negão bate uma pedrinha enquanto despacha em sua mansão com suas velhas ceroulas...
...cujas aberturas deixam antever o tamanho de sua saudade esticada e engelhada pela inanição.
Saravá, Dona Joana, e passe uns ungüentos em seu Negão!
extraído do maskate online.
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